Conforme vimos quando comentamos sobre o possivel significado de "Ruschel", pode ser uma variante de "rusch". (Atenção, agora sabemos o significado de Ruschel)
Ruschel é relativamente pouco frequente, e ocorre mais no sul da Alemanha. Mais frequente é simplesmente Rusch, amplamente disperso. Depois vem Rusche, como há ainda Ruscher, mais no norte da Alemanha.
Neste link, podemos ver (relativamente à Alemanha), estatísticas sobre as ocorrências de sobrenomes em listas telefonicas.
Ruschel
215, com estimativa de 573 pessoas com este sobrenome na Alemanha (atuais);
Ruscher
259, c.de 690 pessoas;
Rusche
774, c. de 2064 pessoas;
Rusch
2083, c. de 5.554 pessoas
Para o sobrenome Heberle
478, c. de 1274 pessoas
Variante Eberle
4.653, c. de 12.408 pessoas.
Nestes mapas podem ser vistas as respectivas distribuições
por circuncrições territoriais.
.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Drama
O que enriquece genealogias, são observações como esta que encontrei.
Trata-se de situação difícil vivenciada por um de nossos ancestrais há muitas gerações passadas.
Nikolau Feit, trisavô de Maria Maier (a qual casou com Sebastian Ruschel), foi dono de moinho, (assim como o bisavô Franz Collet).
Sem traduzir, apenas extraindo parte do texto:
Em 1710 faleceram os cinco filhos do primeiro casamento, com Maria, chamada "
de Sötern", com 22, 17, 15, 12 e 11 anos de idade. Talvez devido à alguma epidemia. Nos livros da Igreja constam apenas como "filhos de Nikolau Feit (Veit)", o que reforça a especulação sobre o possível suicídio da esposa Maria, cujo falecimento não foi registrado nestes livros, como era a
prática nestes casos. E nem haveria segundo casamento pela Igreja, sem o falecimento dela.
.
Trata-se de situação difícil vivenciada por um de nossos ancestrais há muitas gerações passadas.
Nikolau Feit, trisavô de Maria Maier (a qual casou com Sebastian Ruschel), foi dono de moinho, (assim como o bisavô Franz Collet).
Sem traduzir, apenas extraindo parte do texto:
Em 1710 faleceram os cinco filhos do primeiro casamento, com Maria, chamada "
de Sötern", com 22, 17, 15, 12 e 11 anos de idade. Talvez devido à alguma epidemia. Nos livros da Igreja constam apenas como "filhos de Nikolau Feit (Veit)", o que reforça a especulação sobre o possível suicídio da esposa Maria, cujo falecimento não foi registrado nestes livros, como era a
prática nestes casos. E nem haveria segundo casamento pela Igreja, sem o falecimento dela.
.
Marcadores:
genealogias,
Marie von Sötern,
Nikolau Feit
Primstal

Clique em cima, amplia.

Indústrias moageiras, antigas.
Veja mais, clique em
Veja mais, clique em
Primstal é a comunidade que
resultou da junção de Mettnich e
Mühlfeld.
O nome foi adotado após outubro de 1930, quando houve esta unificação.
A comunidade integra a municipalidade de Nonnweiler, na circuncrição regional de St. Wendel, no Estado Saarland, na Alemanha.
O nome provem do rio Prim (vale do Prim), que é afluente do rio Saar (Sarre) que por sua vez desemboca no Mosela.
A distância de St Wendel é de 16 Km, e são 37 Km até Trier (a cuja circunscrição sempre pertenceu antes).
Quando Sebastian Ruschel nasceu, ainda estava sob controle da França, até 1815.
Alem de ser região fronteiriça conturbada pelas disputas territoriais entre Alemanha e França,
na região há muitas lendas relacionadas a locais e acontecimentos relativos aos celtas, e também ao domínio romano.
Para soltar a imaginação quanto ao ambiente no qual Sebastian Ruschel vivia, vale frisar que Primstal foi o principal núcleo da indústria moageira na região de St. Wendel.
Sebastian prestava serviços postais e de passageiros. Em suas andanças de carruagem certamente era bem informado e relacionado. Conheceu bastante sobre estas indústrias, o que presumo ter influenciado ele e sua descendência aos vários empreendimentos em Feliz e Estrela, conforme já descrito.
Tambem conheceu neste ambiente Maria Maier. Muitos dos parentes dela eram proprietários de moinhos. A exemplo de seu bisavô Franz Collet, e trisavô Nikolaus Feit. Sobre este último, falarei em outra postagem, sobre drama que vivenciou durante uma epidemia em 1710.
Entre outros, havia seus antepassados (e assim também nossos, embora longínquos) de sobrenomes como Aatz, Thome, Mayer.
Falamos em moinhos, quando na realidade se trata de indústria moageira. As moagens eram diversas: Seja de cereais, colza para extração de óleo, gesso. Tambem trituração de cascas (veja como tiravam com este instrumento) de carvalho, para obtenção de tanino utilizado em curtumes.
Este background me fascina.
Penso que explica muitas de nossas próprias caraceterísticas.
.
1846, 1876
O sobrinho de Sebastian, Johann Ruschel nascido em 22 de maio de 1849, veio ao Brasil em 1876, junto com sua irmã Barbara (seu irmão Adam emigrou para os Estados Unidos, como aconteceu com a maioria das famílias emigrantes). Descendentes destes Ruschel são os que se espalharam a partir de Santa Clara do Sul, RS.
Há a diferença de uma geração, mas somos todos parentes.
Em comum temos Michael Ruschel, que teve nove filhos num primeiro casamento.
No segundo casamento, sendo com Maria Falk, teve 4 filhos. Entre estes, Sebastian Ruschel (c.c. Anna Maria Maier) que chegou ao Brasil em 1846, conforme já comentado, e Johann Ruschel.
Este irmão de Sebastian, Johann Ruschel, também casou duas vezes.
Do seu primeiro casamento são filhos: Adam (Estados Unidos, para onde foram a maioria dos alemães emigrantes), Maria, Bárbara e Johann Ruschel (filho). Barba e Johann vieram ao Brasil, como acima mencionado, em 1876.
Estamos habituados a que, estatisticamente, haja mais viúvas do que viúvos, algo como na proporção de meia dúzia para um. Por isto chama atenção de estes Ruschel terem casado duas vezes.
Finalmente, ao buscarmos saber de qual Ruschel da primeira geração no Brasil alguém descende, podemos considerar três núcleos geográficos iniciais, todos no Rio Grande do Sul: Feliz, Estrela e Santa Clara do Sul.
.
Há a diferença de uma geração, mas somos todos parentes.
Em comum temos Michael Ruschel, que teve nove filhos num primeiro casamento.
No segundo casamento, sendo com Maria Falk, teve 4 filhos. Entre estes, Sebastian Ruschel (c.c. Anna Maria Maier) que chegou ao Brasil em 1846, conforme já comentado, e Johann Ruschel.
Este irmão de Sebastian, Johann Ruschel, também casou duas vezes.
Do seu primeiro casamento são filhos: Adam (Estados Unidos, para onde foram a maioria dos alemães emigrantes), Maria, Bárbara e Johann Ruschel (filho). Barba e Johann vieram ao Brasil, como acima mencionado, em 1876.
Estamos habituados a que, estatisticamente, haja mais viúvas do que viúvos, algo como na proporção de meia dúzia para um. Por isto chama atenção de estes Ruschel terem casado duas vezes.
Finalmente, ao buscarmos saber de qual Ruschel da primeira geração no Brasil alguém descende, podemos considerar três núcleos geográficos iniciais, todos no Rio Grande do Sul: Feliz, Estrela e Santa Clara do Sul.
.
Marcadores:
Estrela,
Feliz,
Michael Ruschel,
Santa Clara do Sul
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Parentesco múltiplo
Para facilitar a compreensão do comentário adiante, relacionemos os filhos do patriarca Sebastian Ruschel, casado com Anna Maria Mayer:
Ficaram em Feliz,
João Nicolau (Klaus) Ruschel, casado com Catharina Scherer;
João (Johann) Ruschel, casado com Anna Maria Stürmer;
Ana Ruschel, casada com Francisco Stürmer;
Jacob Ruschel, casado com Anna Maria Friederichs;
Migraram para Estrela,
Miguel Ruschel, casado com Anna Maria Schoeler;
Maria Ruschel, casada com Pedro Klein;
Catarina Ruschel, casada com Pedro Kern;
Mathias Ruschel (Sen.), casado com Catarina Schossler;
Nicolau Ruschel, casado com Apolônia Schossler; e
Pedro (Peter) Ruschel, casado com Luiza Heberle.
O comentário é que ocorre muitas vezes entre descendentes de diversos imigrantes um parentesco múltiplo, principalmente sendo primos em graus mais distantes.
Ilustrando com meu próprio caso: Minha mãe é Ruschel e meu pai é Heberle.
Sou descendente do casal Sebastian Ruschel e Anna Maria Mayer, através do filho João, que ficou em Feliz. Assim, primo em um grau mais próximo dos demais que tem esta mesma linhagem, em relação aos outros descendentes de Sebastian.
Mas, também tenho um duplo parentesco, com todos aqueles que descendem de Pedro Ruschel, casado com Luiza Heberle, que moravam em Estrela. Somos duplamente primos em grau distante. Temos em comum os casais de imigrantes Sebastian Ruschel c.c. Anna Maria Mayer, de um lado, e de outro os avós de Luiza Heberle - Johann Heberle e Johanna Kunzler.
Há outros casos semelhantes entre Ruschel e Heberle, e é freqüente também em outras famílias.
Outra coincidência em nosso caso: Ambos, João Ruschel, que ficou em Feliz, e Pedro Ruschel, que mudou para Estrela, entre outras atividades, fabricaram cerveja!
.
Ficaram em Feliz,
João Nicolau (Klaus) Ruschel, casado com Catharina Scherer;
João (Johann) Ruschel, casado com Anna Maria Stürmer;
Ana Ruschel, casada com Francisco Stürmer;
Jacob Ruschel, casado com Anna Maria Friederichs;
Migraram para Estrela,
Miguel Ruschel, casado com Anna Maria Schoeler;
Maria Ruschel, casada com Pedro Klein;
Catarina Ruschel, casada com Pedro Kern;
Mathias Ruschel (Sen.), casado com Catarina Schossler;
Nicolau Ruschel, casado com Apolônia Schossler; e
Pedro (Peter) Ruschel, casado com Luiza Heberle.
O comentário é que ocorre muitas vezes entre descendentes de diversos imigrantes um parentesco múltiplo, principalmente sendo primos em graus mais distantes.
Ilustrando com meu próprio caso: Minha mãe é Ruschel e meu pai é Heberle.
Sou descendente do casal Sebastian Ruschel e Anna Maria Mayer, através do filho João, que ficou em Feliz. Assim, primo em um grau mais próximo dos demais que tem esta mesma linhagem, em relação aos outros descendentes de Sebastian.
Mas, também tenho um duplo parentesco, com todos aqueles que descendem de Pedro Ruschel, casado com Luiza Heberle, que moravam em Estrela. Somos duplamente primos em grau distante. Temos em comum os casais de imigrantes Sebastian Ruschel c.c. Anna Maria Mayer, de um lado, e de outro os avós de Luiza Heberle - Johann Heberle e Johanna Kunzler.
Há outros casos semelhantes entre Ruschel e Heberle, e é freqüente também em outras famílias.
Outra coincidência em nosso caso: Ambos, João Ruschel, que ficou em Feliz, e Pedro Ruschel, que mudou para Estrela, entre outras atividades, fabricaram cerveja!
.
Marcadores:
Cervejarias,
Estrela,
Feliz,
Heberle,
parentesco,
Ruschel
quarta-feira, 31 de março de 2010
Fussball
(Clique para ampliar)É um time do interior, orgulhosamente uniformizado dos pés à cabeça.
Foto de c. 1920, em Nova Petrópolis, RS (Linha Imperial)
Estranhamos o listrado, mas era comum na época, tal como o uso de gorro.
Pesquisando sobre a evolução da bola de futebol e uniformes, encontramos a curiosa razão do gorro.
Até as primeiras décadas do século XX, a bola era feita de couro e tinham uma abertura por onde entrava uma câmara de ar de borracha.
Essa abertura era depois costurada com cadarço. Para proteger a cabeça nos cabeceios, fazia parte dos uniformes o gorro. Compare com o primeiro time do 15 de Novembro, de Campo Bom-RS, fundado em 1911. Observe que tambem usam gorro.
A bola utilizada na Copa do Mundo de 1930 ainda tinha esta costura externa. Já na Copa de 1950, a costura da bola já era interna e não havia mais a abertura e o cadarço.
Naquele tempo, e até minha própria infância, utilizavam as palavras do inglês. Corner, para escanteio; off side (ofsáid) para impedimento, match (métch) para um jogo, por exemplo.
Observando a foto, será que jogavam 5-3-3 ou 3-3-5 ?!
Na foto está meu avô Albino Ruschel,(filho de Francisco, por sua vez filho de Johann=João que foi o terceiro filho do patriarca Sebastian).
Este meu avô tocava trombone, em banda que animava festas, e também bailes no salão do comerciante Wenzel Wazlawick.
A cerveja certamente vinha dos Ruschel de Feliz, relativamente próxima.
Ah, sim, os campos de futebol (foot-ball, Fussball em alemão) costumavam ser em
potreiros. Na foto pode-se ver a cerca de arame nos fundos.
Adotarem esta novidade nada tem a ver com assimilação ao “pais do futebol” que as condições atuais possam sugerir. Ao contrário, tem a ver com as contribuições de alemães aos esportes no Brasil, incluindo o futebol. E neste caso, evidencia-se ainda o entrosamento entre colonizações vizinhas. Cabem bem as histórias dos primeiros clubes de futebol na cidade de Rio Grande e a do Grêmio em Porto Alegre. Outrossim , da SOGIPA para esportes em geral. Isto tudo no contexto existente na virada dos séculos XIX e XX, quando havia predomínio de alemães e ingleses no comércio e indústria em cidades do sul. Sobre este tema é oportuna a leitura sobre a “via platina” da entrada do futebol no RS. Do mesmo autor, outro artigo que realça a contribuição alemã. Abordei o assunto de forma mais ampla em postagem antiga, em outro blog.
(Sobre alemães sudetos, como minha bisavó Maria Augusta Hillebrand, veja neste outro blog, Sudetos e sudetos)
.
Marcadores:
Albino Ruschel,
bola com cadarço,
Fussball,
Futebol,
Gorro em uniforme de futebol,
nova petropolis,
trombone
segunda-feira, 29 de março de 2010
Ruschel - perspicazes?!
É marcante a preferência dos descendentes de Sebastian Ruschel por empreendimentos comerciais, industriais, ou atuação como profissionais liberais.
O próprio patriarca Sebastian, tinha um serviço de diligência, ou carruagem entre Mühlfeld, Mettnich e Trier, antes de vir ao Brasil.
Já no Brasil, tendo chegado em 1846, se estabeleceu em Feliz, RS com cortume.
Em 1872, mudou-se para Estrela, RS com 4 de seus 7 filhos homens.
A família destacou-se no desenvolvimento tanto de Feliz e Estrela.
Limitando-nos à primeira geração, em Feliz, João Nicolau com agriucltura e destilaria; João, comércio, curtume, selaria, cervejaria (nossa linha de ascendência); e Jacob, comércio (consta que forneceu a primeira muda de videira para os italianos em 1877).
Já em Estrela, Miguel, com o primeiro hotel, comércio, açougue, navegação, vereador (na primeira câmara); Mathias, comércio de produtos coloniais; Nicolau, comércio, moinho, Juiz de Paz; e Pedro, cervejaria, comércio, boticário, foi também vereador.
Foram pioneiros em vários ramos. Cervejarias, em Feliz e Estrela, por exemplo.
Em Feliz, foi João Ruschel, com a cerveja Ruschel. Anos mais tarde seria Polka. Vendida, passou a Serramalte e finalmente Antártica. Já a cerveja Estrela, mais tarde passou à Polar, e finalmente também a Antártica.
Em Estrela, o primeiro hotel. Neste hotel havia também uma fonte de água que servia como bebedouro público. O primeiro serviço de iluminação pública, sob concessão.
Até o primeiro automóvel a circular foi o de Pedro Alberto Ruschel.
Também mais tarde, descendentes como Nilo Miranda Ruschel, jornalista, escritor, professor universitário, e seu irmão Ernani foram precursores na estruturação dos serviços radiofonicos no Rio Grande do Sul.
Há entre muitos Ruschel, um pendor para artes e música .
O destaque é de Alberto Ruschel, ator e cineasta.
Também há a facilidade em se sentir à vontade perante o público.
Quanto a estas caracteríticas, podemos observá-las em círculos menores. Quase todos conhecemos algum descendente que toca algum instrumento, mesmo por hobby.
(Há os que gostam de montar e desmontar "geringonças", ou mesmo aviões, como um primo de sobrenome Werle).
Até minha mãe, aos 11 anos de idade (claro que não é algo tão exclusivo, mas se encaixa como exemplo), fez sua apresentação no dia das mães em 1935 (em alemão, veja abaixo): Hoje é um dia de júbilo!

(clique em cima para ampliar)
O próprio patriarca Sebastian, tinha um serviço de diligência, ou carruagem entre Mühlfeld, Mettnich e Trier, antes de vir ao Brasil.
Já no Brasil, tendo chegado em 1846, se estabeleceu em Feliz, RS com cortume.
Em 1872, mudou-se para Estrela, RS com 4 de seus 7 filhos homens.
A família destacou-se no desenvolvimento tanto de Feliz e Estrela.
Limitando-nos à primeira geração, em Feliz, João Nicolau com agriucltura e destilaria; João, comércio, curtume, selaria, cervejaria (nossa linha de ascendência); e Jacob, comércio (consta que forneceu a primeira muda de videira para os italianos em 1877).
Já em Estrela, Miguel, com o primeiro hotel, comércio, açougue, navegação, vereador (na primeira câmara); Mathias, comércio de produtos coloniais; Nicolau, comércio, moinho, Juiz de Paz; e Pedro, cervejaria, comércio, boticário, foi também vereador.
Foram pioneiros em vários ramos. Cervejarias, em Feliz e Estrela, por exemplo.
Em Feliz, foi João Ruschel, com a cerveja Ruschel. Anos mais tarde seria Polka. Vendida, passou a Serramalte e finalmente Antártica. Já a cerveja Estrela, mais tarde passou à Polar, e finalmente também a Antártica.
Em Estrela, o primeiro hotel. Neste hotel havia também uma fonte de água que servia como bebedouro público. O primeiro serviço de iluminação pública, sob concessão.
Até o primeiro automóvel a circular foi o de Pedro Alberto Ruschel.
Também mais tarde, descendentes como Nilo Miranda Ruschel, jornalista, escritor, professor universitário, e seu irmão Ernani foram precursores na estruturação dos serviços radiofonicos no Rio Grande do Sul.
Há entre muitos Ruschel, um pendor para artes e música .
O destaque é de Alberto Ruschel, ator e cineasta.
Também há a facilidade em se sentir à vontade perante o público.
Quanto a estas caracteríticas, podemos observá-las em círculos menores. Quase todos conhecemos algum descendente que toca algum instrumento, mesmo por hobby.
(Há os que gostam de montar e desmontar "geringonças", ou mesmo aviões, como um primo de sobrenome Werle).
Até minha mãe, aos 11 anos de idade (claro que não é algo tão exclusivo, mas se encaixa como exemplo), fez sua apresentação no dia das mães em 1935 (em alemão, veja abaixo): Hoje é um dia de júbilo!

(clique em cima para ampliar)
A mãe certamente estava à vontade, por influencia do meio em que vivia desde o nascimento. Veja mais sobre este detalhe.
Marcadores:
Alberto Ruschel,
Cervejarias,
Estrela,
Feliz,
Nilo Ruschel,
Norma Ruschel,
Sebastian Ruschel
Assinar:
Postagens (Atom)
